A oração de uma mãe em favor do filho é, abaixo de Deus, a maior proteção que os filhos podem receber. E quando essas mulheres se unem para orar em favor dos filhos, um poder sobrenatural é liberado e muitos milagres começam a acontecer.
De acordo com a Bíblia Vida Nova, “a bênção era a invocação paterna (materna) do favor divino sobre o filho”. O poder pertence a Deus, mas a mãe tem autoridade espiritual e, por isso, invoca esse poder sobre a vida de seu filho. Isso é maravilhoso! Em toda a Bíblia encontramos vários exemplos de pais que abençoaram seus filhos e estes por terem sido abençoados foram bem-sucedidos.
Por meio de suas orações e palavras uma mãe pode criar na vida de seu filho circunstâncias favoráveis que o abençoarão. Como também poderá criar circunstâncias desfavoráveis que o amaldiçoarão.
Ser abençoado é ter a graça de Deus sobre nós. Quando uma mãe dobra seus joelhos em oração pelo seu filho, ela está não só liberando a graça de Deus sobre a vida dele como também protegendo-o contra as ciladas do inimigo.
Mãe, se você ainda não se despertou para isso, peça agora mesmo ao Senhor este discernimento, pois quando você compreende a importância de orar pelos seus filhos, você passa a ver a diferença na vida deles.
Para motivar você, quero lhe apresentar um Ministério maravilhoso e que têm impactado a vida de milhares de pessoas. Conheça o “Desperta Débora”.
Débora – uma vocação divina
Profetiza e Juíza, Débora levou Baraque a Lutar contra Sísera e vencê-lo (Juízes 4 e 5). O Ministério Desperta Débora, mediante a oração de milhares de mães, profetiza sobre seus filhos e os direciona no caminho da vitória, como fazia a personagem bíblica. E essa vitória é, acima de tudo, espiritual. O nome, “Desperta Débora”, veio da leitura de Juízes 5.12, quando Débora se levantou para defender Israel, sua nação. Ela disse para si mesma: “Desperta, Débora, desperta, acorda [...]”. É interessante que você também diga isso para você mesma, em nome de Jesus!
O Ministério nasceu no coração de Deus e já está em 18 países, incluindo o Brasil. Sua história começou quando o Pastor Titular da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte, Jeremias Pereira, participou do Consulta Global sobre Evangelização Mundial – GCOWE, realizado em maio de 1995 em Seul, Coréia. Naquele encontro, a Igreja coreana consagrou os primeiros 100.000 jovens de diversas denominações para a obra missionária. Isto despertou o sonho no coração do Pastor Jeremias de ver algo semelhante no Brasil. Ainda em Seul, ele e o Pastor da Comunidade Presbiteriana Central e Diretor Executivo Nacional da Mocidade para Cristo/MPC Brasil, Marcelo Gualberto, conversaram e oraram por este assunto. De volta ao Brasil, após várias reuniões entre os dois e Ana Maria Pereira (esposa do Pastor Jeremias que faleceu em fevereiro do ano 2000), lançaram esse movimento de oração para as mães. O Pastor Jeremias fala da importância deste Movimento de oração: “Não há despertamento missionário sem oração e ninguém ora pelos filhos como as mães oram."
15 minutos que salvam
O objetivo principal do Ministério é que cada mãe se comprometa a orar por 15 minutos, diariamente, em favor de seus filhos e dos filhos de milhares de “Déboras” espalhadas pelo mundo.
Os milagres têm acontecido! São filhos retirados das drogas e que retornam ao caminho do Senhor. O Pastor Marcelo Gualberto, tem muitas histórias para contar sobre o “Desperta Débora”. Uma delas, ele compartilha conosco: “Uma história marcante ocorreu quando estava na cidade de Manaus, participando de um culto da Assembléia de Deus. Na ocasião, várias mulheres entraram marchando, todas fardadas. Após a entrada, contaram de sua estratégia para lutar contra o assassinato de jovens na favela onde moravam. Elas acordavam 2h da madrugada (horário de maior matança) e marchavam por todos os becos cantando e orando. Após esse clamor noturno, nunca mais se ouviu falar de jovens mortos. Aleluia! A oração também deve nos levar à ação e isso tem sido uma grande realidade no Desperta Débora”, ressalta o Pastor.
O Pastor Jeremias Pereira explica como o Ministério pode ser implantado nas igrejas: “O movimento Desperta Débora, é um movimento de oração. Não tira ninguém da sua igreja. Em cada igreja é escolhida uma coordenadora designada pelo pastor da mesma. As ‘Déboras’ da igreja local podem se reunir semanalmente e, uma vez por mês, se reunirem para orar juntas”, conta.
São mães cumprindo o papel de intercessora!
Desperta Débora na Lagoinha
“Mães de joelhos, filhos de pé..."
Mãe, contamos com você toda 1ª quarta-feira do mês, das 15h às 17h, à rua Juazeiro, 29, para lhe apresentar a visão do Ministério. Você vai se emocionar ao conhecer este “Exército de Mães” que se dedica a orar, diariamente, por 15 minutos em favor de seus filhos e de milhares de jovens. O mais importante é ver os filhos salvos e firmes na presença do Senhor! Por isso, não perca mais tempo, integre-se a este exército de mães intercessoras!
Informações: Geralda – (31) 3622-6043 ou Patrícia – (31) 3463-5714.
Por Ana Paula Costa - Redação Jornal Atos Hoje
"O SENHOR TE ABENÇÕE E TE GUARDE; O SENHOR FAÇA RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI E TENHA MISERICÓRDIA DE TI; O SENHOR SOBRE TI LEVANTE O SEU ROSTO E TE DÊ A PAZ." Nm 6:24-26 EM NOME DE DEUS PAI, DEUS FILHO E DEUS ESPÍRITO SANTO. AMÉM
quarta-feira, setembro 28, 2011
Feitiçaria Evangélica
O fenômeno evangélico no Brasil adquiriu uma caricatura dantesca. O Evangelho de Jesus Cristo ficou em segundo plano em nome de “uma nova visão”. Ser cristão evangélico no Brasil implica uma identidade difusa:
· Ser crente se resume basicamente à magia religiosa, exercitada em auditórios onde se promete cura e proteção, sucesso financeiro e soluções imediatas para problemas e conflitos;
· O discipulado de Jesus foi substituído pela venda de soluções fáceis;
· A vida comunitária foi substituída pela metodologia empresarial como recurso de expansão;
· A celebração da fé foi substituída por rituais grotescos, numa mistura de superstição, feitiçaria gospel e macumba “ao contrário”.
· Pastores foram substituídos por gurus, apóstolos e outros heróis, mais ocupados em comandar um grande exercito que conduzir pessoas à intimidade com Deus;
· A Bíblia foi substituída por uma teologia popular, com discursos extraídos das falas dos lideres carismáticos, na qual o sentido original da Bíblia é deturpado e diluído de boca em boca, até chegar ao último da fila como sal que para nada mais presta.
· O engajamento no Reino de Deus foi substituído pela adesão ao “ministério do fulano”, às “cobertura do sicrano” e à “visão do beltrano”;
· A cruz, como símbolo maior do cristianismo, foi substituída por bonés, adesivos e camisetas com estampas da comunidade A, ministério B e apóstolo C.
Enfim, parece mesmo que “outro evangelho” está sendo anunciado, e por ser outro deve ser anátema (maldito)
· Ser crente se resume basicamente à magia religiosa, exercitada em auditórios onde se promete cura e proteção, sucesso financeiro e soluções imediatas para problemas e conflitos;
· O discipulado de Jesus foi substituído pela venda de soluções fáceis;
· A vida comunitária foi substituída pela metodologia empresarial como recurso de expansão;
· A celebração da fé foi substituída por rituais grotescos, numa mistura de superstição, feitiçaria gospel e macumba “ao contrário”.
· Pastores foram substituídos por gurus, apóstolos e outros heróis, mais ocupados em comandar um grande exercito que conduzir pessoas à intimidade com Deus;
· A Bíblia foi substituída por uma teologia popular, com discursos extraídos das falas dos lideres carismáticos, na qual o sentido original da Bíblia é deturpado e diluído de boca em boca, até chegar ao último da fila como sal que para nada mais presta.
· O engajamento no Reino de Deus foi substituído pela adesão ao “ministério do fulano”, às “cobertura do sicrano” e à “visão do beltrano”;
· A cruz, como símbolo maior do cristianismo, foi substituída por bonés, adesivos e camisetas com estampas da comunidade A, ministério B e apóstolo C.
Enfim, parece mesmo que “outro evangelho” está sendo anunciado, e por ser outro deve ser anátema (maldito)
Estudos revelam o poder da oração na cura de doentes
Tiago 5: 13-18
Este estudo foi conduzido pelo Dr. Randolph Byrd, um especialista de doenças do coração do Hospital Geral de San Francisco, EUA. O Dr. Byrd escolheu 400 pacientes que foram admitidos à unidade de tratamento intensivo de doenças do coração. Ele dividiu essas pessoas em 2 grupos: um grupo recebeu cuidados médicos rotineiros do hospital, chamados de "grupo de controle"; o segundo grupo recebeu não somente cuidados médicos rotineiros, mas também orações; esses foram chamados de "grupo de orações."
Para eliminar qualquer preconceito de seleção, ele deixou um computador determinar quais pacientes iriam fazer parte de cada grupo. As pessoas que se reuniram para orar pelo grupo de orações receberam apenas o nome dos pacientes e informações básicas sobre sua condição médica. Todos os pacientes, pertencendo a ambos grupos, assinaram um formulário de autorização, no qual foram informados da possibilidade de que poderiam ou não receber orações em seu favor. Desta forma, nenhum dos pacientes sabia com certeza se estava recebendo orações em seu favor ao mesmo tempo, assim todos tiveram chances iguais.
Todos os pacientes, seus amigos e parentes tiveram liberdade para orar por si próprios, caso o desejassem. Nenhuma sugestão foi dada de que deveriam orar por si mesmos.
Estes sendo grupos grandes, todos os fatores de chance se igualariam para se realizar uma comparação estrita entre o grupo de orações e o grupo de controle. Isso possibilitou aos pesquisadores estudar objetivamente o efeito das orações adicionais que foram realizadas pelo hospital.
Além disso, nem os funcionários do hospital, nem os pacientes sabiam quem estava recebendo orações. Isso é muito importante em um estudo científico, porque se os pacientes sabem ou descobrem sobre tais diferenças, então, sem dúvida alguma, eles podem melhorar ou piorar devido ao efeito placebo.
Por exemplo, a pessoa que está recebendo orações em seu favor, pode adquirir um estímulo psicológico extra, enquanto o outro que sabe que não está recebendo orações, pode se sentir destituído de algo que teria o potencial para sua melhora.
Da mesma forma, é importante que os funcionários do hospital não saibam qual paciente está participando em determinado grupo. Sem dúvida, se um membro do grupo de tratamento sabe da composição dos grupos, ele pode dar aos pacientes tratamento preferencial, dar mais atenção, ou passar, sem intenção, seu entusiasmo e esperança ao paciente. De acordo com as exigências de um estudo despreconceituoso e objetivo, todos os requerimentos foram observados.
Resultados do Estudo
O Dr. Byrd descobriu que o grupo que recebeu orações se saiu muito melhor do que o grupo que não havia recebido orações. Vários benefícios foram notados no grupo que recebeu orações. Eles tiveram menos probabilidade de desenvolver falha congestiva do coração e edema pulmonar, no qual os pulmões ficam cheios de fluído; eles tiveram 5 vezes menos a necessidade de usar antibióticos; apenas alguns tiveram que usar ventiladores e receber respiração artificial; apenas uns poucos desenvolveram pneumonia ou tiveram enfartos. Todos os benefícios mencionados acima foram estatisticamente significativos.
Estudos seguindo estritos padrões de análise também foram realizados comparando a eficácia dos vários tipos de orações. Um destes estudos foi realizado pela Fundação Spindrift em Salem, Oregon, que se especializa nos estudos da oração.
Para o propósito deste estudo, orações foram classificadas em 2 tipos; a "oração direta" e "oração indireta." Vamos ver a definição dos dois tipos.
Uma oração direta tem um desejo específico e um resultado específico em mente. A oração indireta é somente o conhecimento da existência da pessoa que irá receber a oração. Esta oração é simplesmente para manifestar o melhor potencial daquele indivíduo, ou para que o melhor resultado aconteça para aquela pessoa. A oração indireta é a oração do tipo "seja feita a tua vontade."
Este estudo foi também realizado com a germinação de sementes. As sementes que receberam orações sempre germinaram mais que as sementes que não receberam nenhuma oração, e as sementes que receberam orações indiretas germinaram mais do que as sementes que receberam orações diretas.
A Fundação Spindrift concluiu que os dois tipos de oração trazem benefícios, mas que as orações indiretas foram de 3 a 4 vezes mais efetivas. Fonte: http://www.mensagens.org/o-poder-da-oracao/
Este estudo foi conduzido pelo Dr. Randolph Byrd, um especialista de doenças do coração do Hospital Geral de San Francisco, EUA. O Dr. Byrd escolheu 400 pacientes que foram admitidos à unidade de tratamento intensivo de doenças do coração. Ele dividiu essas pessoas em 2 grupos: um grupo recebeu cuidados médicos rotineiros do hospital, chamados de "grupo de controle"; o segundo grupo recebeu não somente cuidados médicos rotineiros, mas também orações; esses foram chamados de "grupo de orações."
Para eliminar qualquer preconceito de seleção, ele deixou um computador determinar quais pacientes iriam fazer parte de cada grupo. As pessoas que se reuniram para orar pelo grupo de orações receberam apenas o nome dos pacientes e informações básicas sobre sua condição médica. Todos os pacientes, pertencendo a ambos grupos, assinaram um formulário de autorização, no qual foram informados da possibilidade de que poderiam ou não receber orações em seu favor. Desta forma, nenhum dos pacientes sabia com certeza se estava recebendo orações em seu favor ao mesmo tempo, assim todos tiveram chances iguais.
Todos os pacientes, seus amigos e parentes tiveram liberdade para orar por si próprios, caso o desejassem. Nenhuma sugestão foi dada de que deveriam orar por si mesmos.
Estes sendo grupos grandes, todos os fatores de chance se igualariam para se realizar uma comparação estrita entre o grupo de orações e o grupo de controle. Isso possibilitou aos pesquisadores estudar objetivamente o efeito das orações adicionais que foram realizadas pelo hospital.
Além disso, nem os funcionários do hospital, nem os pacientes sabiam quem estava recebendo orações. Isso é muito importante em um estudo científico, porque se os pacientes sabem ou descobrem sobre tais diferenças, então, sem dúvida alguma, eles podem melhorar ou piorar devido ao efeito placebo.
Por exemplo, a pessoa que está recebendo orações em seu favor, pode adquirir um estímulo psicológico extra, enquanto o outro que sabe que não está recebendo orações, pode se sentir destituído de algo que teria o potencial para sua melhora.
Da mesma forma, é importante que os funcionários do hospital não saibam qual paciente está participando em determinado grupo. Sem dúvida, se um membro do grupo de tratamento sabe da composição dos grupos, ele pode dar aos pacientes tratamento preferencial, dar mais atenção, ou passar, sem intenção, seu entusiasmo e esperança ao paciente. De acordo com as exigências de um estudo despreconceituoso e objetivo, todos os requerimentos foram observados.
Resultados do Estudo
O Dr. Byrd descobriu que o grupo que recebeu orações se saiu muito melhor do que o grupo que não havia recebido orações. Vários benefícios foram notados no grupo que recebeu orações. Eles tiveram menos probabilidade de desenvolver falha congestiva do coração e edema pulmonar, no qual os pulmões ficam cheios de fluído; eles tiveram 5 vezes menos a necessidade de usar antibióticos; apenas alguns tiveram que usar ventiladores e receber respiração artificial; apenas uns poucos desenvolveram pneumonia ou tiveram enfartos. Todos os benefícios mencionados acima foram estatisticamente significativos.
Estudos seguindo estritos padrões de análise também foram realizados comparando a eficácia dos vários tipos de orações. Um destes estudos foi realizado pela Fundação Spindrift em Salem, Oregon, que se especializa nos estudos da oração.
Para o propósito deste estudo, orações foram classificadas em 2 tipos; a "oração direta" e "oração indireta." Vamos ver a definição dos dois tipos.
Uma oração direta tem um desejo específico e um resultado específico em mente. A oração indireta é somente o conhecimento da existência da pessoa que irá receber a oração. Esta oração é simplesmente para manifestar o melhor potencial daquele indivíduo, ou para que o melhor resultado aconteça para aquela pessoa. A oração indireta é a oração do tipo "seja feita a tua vontade."
Este estudo foi também realizado com a germinação de sementes. As sementes que receberam orações sempre germinaram mais que as sementes que não receberam nenhuma oração, e as sementes que receberam orações indiretas germinaram mais do que as sementes que receberam orações diretas.
A Fundação Spindrift concluiu que os dois tipos de oração trazem benefícios, mas que as orações indiretas foram de 3 a 4 vezes mais efetivas. Fonte: http://www.mensagens.org/o-poder-da-oracao/
Anjos - Quem São e o Que Fazem?
ALGUMAS REALIZAÇÕES DOS ANJOS.
Os anjos realizam várias atividades referentes aos seres humanos, além de protegê-los. Eis uma breve lista de algumas de suas outras atividades:
1. Os anjos revelam a vontade de Deus aos homens.Os anjos revelaram o futuro a profetas como Daniel.No Novo Testamento, revelaram a João os propósitos de Deus para o futuro.Em Atos 10:3-5, um anjo revelou ao centurião gentio Cornélio que Deus reconhecia suas obras religiosas.Esse acontecimento resultou no primeiro derramamento do Espírito Santo sobre cristãos gentios Atos 10:44-11-18.
Os anjos podem manifestar-se no mundo físico, mas também podem comunicar-se com os homens em sonhos e visões.O anjo que visitou Cornélio veio por meio de uma visão (Atos 10; compare com Zc 1:8).
2. Os anjos ministram para os seres humanos. Umas das funções principais dos anjos é servir ao povo de Deus (Hebreus 1:14).No Novo Testamento, um anjo dirigiu Filipe, o evangelista, para converter o eunuco etíope, Atos 8:26.Muitas vezes Deus envia anjos para fortalecer, encorajar e proteger seu povo (1 Rs 19:3-7; Lucas 22:43).O assistente de Elizeu ficou com medo quando o rei da Síria enviou um exército para prender o profeta.Eliseu respondeu:"Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.Orou Eliseu, e disse: "Senhor, peço-te que lhe abras os olhos para que veja".O Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu, (2 Rs 6:15-17). O exército sírio então ficou temporariamente cego.
3. Os anjos auxiliam Deus em questões relacionadas à escatologia.A palavra escatologia refere-se à doutrina das "últimas coisas", ou ensinos sobre morte, vida após a morte, céu e inferno, e o final dos tempos.O livro de Apocalipse está repleto de anjos comprometidos com as questões do fim do mundo.Quando Lázaro ( o mendigo) morreu, foi levado ao seio de Abraão (paraíso) pelos anjos (Lucas 16:22).
4. Os anjos realizam feitos milagrosos. Os anjos demonstram a realidade do mundo sobrenatural (At 5:19; 12:7-11; Êx 14:19).Quando Sadraque, Mesaque e Abede-Nego recusaram prostrar-se diante da imagem de ouro do rei Nabucodonosor (Dn 3:8-29), foram jogados na fornalha.Entretanto foram totalmente preservados das chamas quando um anjo de Deus apareceu.Nabucodonosor exclamou:" Vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses",(Dn 3:25).Um anjo também auxiliou Daniel dentro da cova dos leões (Dn 6:22).
A expressão anjo da guarda não aparece nenhuma vez na Bíblia. Muitas passagens bíblicas citadas para apoiar essa idéia apenas afirmam a providência geral de Deus de proteger seus santos enviando anjos. Duas passagens porém, parecem apoiar a idéia dos anjos da guarda: Em atos, os cristãos confundiram Pedro com "seu anjo" (Atos 12:15); em Mateus Jesus disse: "Não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus vêem incessantemente a face do meu Pai celeste"(Mt 18:10).Então, o que podemos afirmar sobre anjos da guarda? Eles existem, mas não como são geralmente descritos na cultura popular e na religião. Há pouca evidência de que anjos invisíveis guardam diariamente nossos caminhos. Mateus 18:10 descreve anjos que vigiam e talvez intercedem por nós no céu, mas não encontramos nenhuma evidência de que tais anjos invisíveis estão ao nosso redor para nos proteger continuamente. Devemos lembrar que anjos destacados para nos servir estão sujeitos à vontade soberana de Deus. Às vezes, devido aos seus propósitos imensuráveis, Deus evita que os anjos nos protejam fisicamente. Ele nunca prometeu que nos protegeria de toda sorte de ameaça física na presente era; ele promete, sim, trabalhar em todas as coisas “para o bem daqueles que o amam” (Rm 8:28).
Os anjos realizam várias atividades referentes aos seres humanos, além de protegê-los. Eis uma breve lista de algumas de suas outras atividades:
1. Os anjos revelam a vontade de Deus aos homens.Os anjos revelaram o futuro a profetas como Daniel.No Novo Testamento, revelaram a João os propósitos de Deus para o futuro.Em Atos 10:3-5, um anjo revelou ao centurião gentio Cornélio que Deus reconhecia suas obras religiosas.Esse acontecimento resultou no primeiro derramamento do Espírito Santo sobre cristãos gentios Atos 10:44-11-18.
Os anjos podem manifestar-se no mundo físico, mas também podem comunicar-se com os homens em sonhos e visões.O anjo que visitou Cornélio veio por meio de uma visão (Atos 10; compare com Zc 1:8).
2. Os anjos ministram para os seres humanos. Umas das funções principais dos anjos é servir ao povo de Deus (Hebreus 1:14).No Novo Testamento, um anjo dirigiu Filipe, o evangelista, para converter o eunuco etíope, Atos 8:26.Muitas vezes Deus envia anjos para fortalecer, encorajar e proteger seu povo (1 Rs 19:3-7; Lucas 22:43).O assistente de Elizeu ficou com medo quando o rei da Síria enviou um exército para prender o profeta.Eliseu respondeu:"Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.Orou Eliseu, e disse: "Senhor, peço-te que lhe abras os olhos para que veja".O Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu, (2 Rs 6:15-17). O exército sírio então ficou temporariamente cego.
3. Os anjos auxiliam Deus em questões relacionadas à escatologia.A palavra escatologia refere-se à doutrina das "últimas coisas", ou ensinos sobre morte, vida após a morte, céu e inferno, e o final dos tempos.O livro de Apocalipse está repleto de anjos comprometidos com as questões do fim do mundo.Quando Lázaro ( o mendigo) morreu, foi levado ao seio de Abraão (paraíso) pelos anjos (Lucas 16:22).
4. Os anjos realizam feitos milagrosos. Os anjos demonstram a realidade do mundo sobrenatural (At 5:19; 12:7-11; Êx 14:19).Quando Sadraque, Mesaque e Abede-Nego recusaram prostrar-se diante da imagem de ouro do rei Nabucodonosor (Dn 3:8-29), foram jogados na fornalha.Entretanto foram totalmente preservados das chamas quando um anjo de Deus apareceu.Nabucodonosor exclamou:" Vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses",(Dn 3:25).Um anjo também auxiliou Daniel dentro da cova dos leões (Dn 6:22).
A expressão anjo da guarda não aparece nenhuma vez na Bíblia. Muitas passagens bíblicas citadas para apoiar essa idéia apenas afirmam a providência geral de Deus de proteger seus santos enviando anjos. Duas passagens porém, parecem apoiar a idéia dos anjos da guarda: Em atos, os cristãos confundiram Pedro com "seu anjo" (Atos 12:15); em Mateus Jesus disse: "Não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus vêem incessantemente a face do meu Pai celeste"(Mt 18:10).Então, o que podemos afirmar sobre anjos da guarda? Eles existem, mas não como são geralmente descritos na cultura popular e na religião. Há pouca evidência de que anjos invisíveis guardam diariamente nossos caminhos. Mateus 18:10 descreve anjos que vigiam e talvez intercedem por nós no céu, mas não encontramos nenhuma evidência de que tais anjos invisíveis estão ao nosso redor para nos proteger continuamente. Devemos lembrar que anjos destacados para nos servir estão sujeitos à vontade soberana de Deus. Às vezes, devido aos seus propósitos imensuráveis, Deus evita que os anjos nos protejam fisicamente. Ele nunca prometeu que nos protegeria de toda sorte de ameaça física na presente era; ele promete, sim, trabalhar em todas as coisas “para o bem daqueles que o amam” (Rm 8:28).
Espíritos Ministradores e Anjos de Deus IV
NO FUTUROHá um futuro papel dos anjos. Está em Mateus 24. Diz que "Quando o Senhor vier, Ele mandará Seus anjos para reunir os Seus eleitos de todos os quadrantes do mundo".Onde houver um crente em Jesus Cristo, o anjo vai lá e o trás no momento do grande Arrebatamento. Quando isso acontecer, a palavra de Jesus ensina que são os anjos que virão nos buscar.Há valores teológicos inigualáveis nas declarações bíblicas sobre os anjos. Preciosíssimas lições:* A primeira é que a Bíblia declara que ao lado do mundo que nós vemos Deus criou um outro mundo de espíritos invisíveis, de seres puros que O servem. A Deus e a nós também. No Salmo 103.20 está dito, "Bendizei ao Senhor, anjos seus, magníficos em poder, que cumpris as suas ordens, que obedeceis à sua voz". Salmos 103.20* A segunda lição que tiramos é que Deus não perdoa a rebeldia. Que é desobediência, orgulho, e atentado à ordem dos Seus planos."Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido." Jó 42.2 Por esse motivo, Deus não perdoou os anjos que se rebelaram, os quais foram condenados à eterna separação Dele. Deus não perdoa a nossa rebeldia também, a nossa insensatez, e a nossa desobediência. E a Bíblia declara que "O salário do pecado é a morte".* O ministério dos anjos na Bíblia é doutrina importante, doutrina essencial para que entendamos a providência de Deus e a direção soberana da Sua criação. Nós sabemos que a intervenção guiadora dos anjos na dispensação da Lei é substituída pela direção do Espírito Santo na dispensação do Novo Testamento. O Senhor não autoriza o culto aos anjos. E a idéia de anjos medianeiros também é um absurdo porque eles usurpam o lugar de Jesus Cristo. Os anjos são poderosos, mas não são Deus; são poderosos, mas não são a Trindade; são poderosos, mas não são o Espírito Santo; têm poder, mas não são Jesus Cristo, não são mediadores, não têm o atributos de Deus, não possuem qualquer capacidade de regenerar o ser humano.* O estudo dos anjos nos enche com uma nova visão e assombro pela grandeza de Deus. Especialmente quando pensamos que os anjos, poderosos como são, adorando a Deus, cumprindo a Sua vontade, são um exemplo para nós. Isso nos dá agora um senso de humildade diante de Deus e de gratidão porque os anjos estão ao nosso redor.* A quinta lição é que os anjos apontam para a nossa dignidade no futuro porque nós seremos iguais aos anjos de Deus, a Bíblia diz.* E a sexta, é que tudo isso nos encoraja e estimula a servir a Deus com a totalidade do nosso ser.* E mais: Os anjos se alegram quando alguém se volta para Cristo. A palavra de Deus acerca disso nos ensina em Lucas 15.10, "Há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende". Lucas 15.10 Que Deus nos auxilie a compreender e viver a reverência, a submissão e o serviço que os anjos desempenham para que, deste modo, o que Jesus expressou na Oração do Senhor seja pura realidade: "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu!"
Espíritos Ministradores e Anjos de Deus III
...MINISTRADORESVoltemos a Hebreus 1.14:"Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?" Hebreus 1.14O texto diz que, além de "espíritos", são os anjos "ministradores" a favor dos salvos. Qual é, então, o seu ministério?Há uma ministração celestial e uma ministração terrena. Há um serviço litúrgico, cultual dos anjos na adoração ao Criador:"Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas hostes!"Ministério cultual, ministério de louvor. Também assistem o Senhor. Estavam presentes na Criação;"Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?" Jó 38.7estavam presentes na revelação da Lei;"Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes." Atos 7.53"Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro." Gálatas 3.19"Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda a transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição," Hebreus 2.2"Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã." Apocalipse 22.16estavam no nascimento de Jesus;"E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:" Lucas 2.13na tentação;"Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam." Mateus 4.11 no Getsêmani;"E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia." Lucas 22.43na ressurreição;"E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela." Mateus 28.2 e na ascensão."E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco." Atos 1.10Em todos esses eventos, os anjos estiveram presentes, e estarão, igualmente, na Parousia, a Segunda Vinda de Cristo."E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus." Mateus 24.31"As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo." Mateus 25.3"E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder," 2 Tessalonicenses 1.7Há uma ministração aos salvos. No programa divino para nós, os anjos estão envolvidos em quatro tipos de atividades: proteção, transporte, comunicação e vigilância.Proteção ou guarda. Temos um grande conforto na Palavra Santa, que usa a abençoada expressão "O anjo do Senhor acampa-se ao redor daqueles que o temem e os livra". Porém, não estamos nos referindo ao chamado "anjo da guarda". Esse é um conceito que vem da Igreja Majoritária. Basílio e Jerônimo, teólogos da Igreja Antiga lançaram a idéia de que quando nasce uma criança, a ela é atribuído um anjo para a guardar durante toda vida. Interessante é que quando Orígenes disse que, ao mesmo tempo que um anjo é colocado ao lado da criança, um demoniozinho também lhe é atribuído. De um lado fica um anjinho tomando conta e do outro lado fica um diabinho espicaçando cada um de nós. Essa é a razão porque nas histórias em quadrinhos ou em desenhos animados aparece, numa hora de tentação, o diabinho procurando tentar de todo jeito.Essa idéia de anjo da guarda, então, está baseada no papel de um arcanjo chamado Rafael, não mencionado na Bíblia, mas no livro apócrifo de Tobias. Eu não creio em "anjo da guarda", mas creio, sim, em um "anjo-que-guarda". Creio no anjo do Senhor que nos guarda, de acordo com o que a Bíblia diz no Salmo 34.7. Ou ainda em Daniel 6.22 que diz, "O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não cometi delito algum". Daniel 6.22Temos outros exemplos notáveis no Antigo Testamento. No Segundo livro dos Reis 6.15ss, há um exemplo dessa guarda. No Novo Testamento, no capítulo cinco de Atos, também. Nesse ponto, alguém pode perguntar, "Pastor, acontece hoje também essa guarda dos anjos, ou isso aconteceu somente nas páginas da Bíblia?" Isso ocorre ainda hoje. Na história de John Patton, missionário do século passado nas Novas Hébridas, há uma página onde ele conta que quando foi pregar o evangelho, era muito hostilizado. As tribos que ali havia eram canibais e tentaram matá-lo com toda a família. Patton diz que cercaram a sua casa e ele e a família começaram a orar durante toda a noite. Fizeram uma vigília de oração porque estavam literalmente no vale da sombra da morte. E eles oraram, e oraram, e quando um terminava de orar o outro começava, o outro depois, o outro depois. Orou ele, a esposa, os filhos oraram, quando terminava voltava toda aquela corrente de orações. Os homens foram embora, saindo sem tocá-los. Cerca de um ano depois dessa noite de terror, o chefe da tribo converteu-se ao evangelho, e conversando com o missionário Patton, perguntou-lhe "Eu queria saber uma coisa: nós estivemos cercando a sua casa para matá-los. E não podíamos, porque durante a noite víamos aquele exército. Onde é que você escondia aqueles homens todos durante o dia? Por que só apareciam à noite?". E então o missionário respondeu que não havia mais ninguém, somente ele e sua família. O chefe disse, "Não, de jeito nenhum, havia homens, sim. Eram de grande estatura, estavam vestidos de branco e com espadas na mão. Os nativos ficaram com medo e fugiram..." E o Pastor Patton entendeu que Deus havia mandado os Seus anjos para proteger a família naquele vale da sombra da morte de acordo com o que diz o Salmo 23.Uma outra função dos anjos é de transporte. Mas não é quando há engarrafamento. Alguém pode pensar, "Bom, eu acho que o pastor está atrasado porque houve um engarrafamento; não vai haver problemas porque um anjo pega o pastor e traz para a igreja. Afinal, são colegas, são dois anjos..." Não é assim. Essa função de transporte acontece na nossa morte. Está na Bíblia, Lucas 16.19-22:"Havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele, e desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico. Morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão". Lucas 16.19-22Ele não foi acompanhado não, ele foi transportado segundo a Escritura Sagrada.Uma outra função é a de comunicação. Mas não para aumentar a Bíblia. Nada de chegar um anjo ensinando um novo evangelho para completar, como acontece com os mórmons que ensinam que um anjo chamado Moroni passou uma nova revelação a Joseph Smith. A Bíblia diz que é anátema (maldição), se alguém aparecer querendo pregar um novo evangelho. Por isso, não aceitamos o mormonismo, ou o islamismo que diz a mesma coisa, o espiritismo com um evangelho à sua moda ou qualquer acréscimo ao bel-prazer de qualquer tribunal canônico. Fujam de quem vem com uma mensagem nova. Fujam de quem vem com uma nova revelação, seja pregador, pregadora, ou um ser disfarçado de anjo.Há uma outra função. É a de observação. Porque os anjos observam aquilo que nós fazemos, os anjos são testemunhas do drama da salvação, os anjos estão interessados na conduta dos crentes. O apóstolo Paulo diz, "Tenho para mim que Deus a nós apóstolos, nos pôs por últimos como condenados a morte. Somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens". 1 Coríntios 4.9Os anjos são testemunhas do drama da salvação; estão interessados na conduta dos crentes segundo 1Coríntios 4.9 vêem o que nós fazemos. Eles estão especialmente o declara. A Bíblia ensina que os anjos louvam e nos observam. Eles estão observando cada um de nós porque são ministradores. Não é observar para dizer, "Ah, fulaninho está fazendo tal coisa. Vou anotar e dizer a Deus". Anjo não é alcagüete de Deus mas são nossos observadores, e a Bíblia diz que são até chamados como testemunhas."Conjuro-te diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, e dos anjos eleitos, que sem prevenção guardes estas coisas, nada fazendo por parcialidade." 1 Timóteo 5.21
Espíritos Ministradores e Anjos de Deus II
ESPÍRITOS...A idéia básica da palavra "espírito", por incrível que possa parecer, vem de "vento, ar". Realmente, tanto na língua hebraica quanto na grega, os vocábulos que se traduzem por "vento, ar, hálito, alento, respiração, fôlego e espírito" são os mesmos. Tanto faz dizer ruach, que é a palavra hebraica, quanto dizer pneuma, que é grega. Sim; o ar é algo muito real, mas não podemos vê-lo a olhos vistos, com perdão da redundância. Podemos? Mas ele é real: sabemos que ele nos circunda, mas não o vemos. Assim são os espíritos, e assim são os anjos: reais, mas não os vemos, puros espíritos. Filon de Alexandria os chamava de "incorpóreos" (apesar de poderem aparecer em certas ocasiões com corpos humanos)."E subiu o anjo do SENHOR de Gilgal a Boquim, e disse: Do Egito vos fiz subir, e vos trouxe à terra que a vossos pais tinha jurado e disse: Nunca invalidarei a minha aliança convosco." Juízes 2.1"Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador." Salmos 104.4"E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés." João 20.12"E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos." Apocalipse 15.6Mas a Bíblia prefere chamá-los de "espíritos", como em hebreus 1.14, "espíritos ministradores".Aprendemos com a Bíblia que são superiores ao ser humano em inteligência, em vontade e em poder."17- Dizia mais a tua serva: Seja agora a palavra do rei meu senhor para descanso; porque como um anjo de Deus, assim é o rei, meu senhor, para ouvir o bem e o mal; e o SENHOR teu Deus será contigo.20 -Para mudar o aspecto deste caso foi que o teu servo Joabe fez isto; porém sábio é meu senhor, conforme à sabedoria de um anjo de Deus, para entender tudo o que há na terra." 2 Samuel 14.17,20Têm personalidade e responsabilidade moral como nós o temos. No entanto, apesar de sua inteligência ser sobre-humana, é limitada. Ou seja, não são oniscientes (só Deus o é), não conhecem o futuro (isso pertence a Deus), não conhecem os segredos de Deus. "Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus." 1 Coríntios 2.11"Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai." Mateus 24.36Por causa da vontade livre deles, alguns anjos pecaram, e a Bíblia faz referência a essa Queda de um grupo de anjos."Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;" 2 Pedro 2.4"E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;" Judas 1.6O poder dos anjos que é delegado, nos supera em muito conforme tantos testemunhos na Escritura Sagrada."Então saiu o anjo do SENHOR, e feriu no arraial dos assírios a cento e oitenta e cinco mil deles; e, quando se levantaram pela manhã cedo, eis que todos estes eram corpos mortos." Isaías 37.36"Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor." 2 Pedro 2.11"Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra." Salmos 103.20"E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo." Apocalipse 20.3Isso quer dizer, então, que os anjos têm todos os elementos essenciais da personalidade, e além dos acima mencionados, possuem sensibilidade, emoções, e são capazes de adorar a Deus com inteligência (Sl 148.2).E porque o Deus Vivo e Verdadeiro é Deus de ordem e não de confusão,"Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos." 1 Coríntios 14.33os anjos estão organizados em uma hierarquia. E, realmente, amado, quando fazemos o estudo dos anjos, distinguimos três etapas. Primeiramente, o que fala a Bíblia até o Exílio na Babilônia; em seguida, do Exílio ao Novo Testamento, quando veio Jesus e ministrou entre nós; e, por último, o Novo Testamento.É interessante que do início da História Sagrada até o Exílio (c. 527 a.C.), observamos que não há uma angelologia elaborada. O que temos são narrativas, bem lineares, até. E há uma presença marcante: a de uma figura chamada "o Anjo do Senhor". Vemos no Gênesis, em Êxodo e outros dessa primeira fase, a sua presença ostensiva e marcante.Do Exílio em diante, a crença, a princípio simples, vai tomar um desenvolvimento muito especial. Existe, inclusive o surgimento de toda uma literatura chamada pelos estudiosos do assunto de intertestamentária, que surgiu entre o último profeta da Antiga Aliança (Malaquias) e o primeiro da Nova Aliança (João, o Batista). Não são anos de tanto silêncio, como geralmente se ensina. Há uma literatura denominada intertestamentária, como já destacado, notadamente encontramos literatura dessa época nos livros de Daniel e Zacarias, livros que mencionam a presença de anjos.O Novo Testamento, por sua vez, reflete os principais ensinos do Antigo Testamento, e categorias e conceitos da literatura intertestamentária.Anjos são organizados como um exército. Interessante e bonito isso! No topo estão os arcanjos, anjos comandantes, chefes. Menciona em seguida tronos, dominações, principados, potestades, virtudes, que sejam designações hierárquicas dos anjos numa elaboração de um esquema bem organizado (cf. Cl 1.16; Rm 8.38; Ef 1.21).Paulo, em Efésios 6, coloca essas categorias ou hierarquias no exército do Maligno também."Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência." Efésios 2.2"E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo." Colossences 2.15Existe o exército de Deus, mas o Maligno tem igualmente o seu com os mesmos princípios: um arcanjo, que é Lúcifer, encontrando-se, do mesmo modo, principados, potestades, dominações, etc. Paulo, mesmo, declara que Jesus Cristo já desarmou e venceu essas forças da malignidade:"e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz" Colossences 2.14,15).Na verdade, ainda sentimos os efeitos dessa força maligna porque ainda estamos nesta carne, porque ainda estamos no tempo, mas a Bíblia já declara a vitória do Senhor sobre as forças do Inferno. Jesus cravou na cruz a nossa malignidade, o nosso pecado! Por essa razão, os crentes não podem se desencaminhar pelo culto dos anjos, e Paulo fala disso também nesse mesmo capítulo: "Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal" . Colossences 2.18Esse culto aos anjos estava sendo levado pelos gnósticos para dentro das igrejas, ensinando que os anjos eram intermediários entre a pessoa e Deus. Está, aliás, retornando com toda força como o faziam os gnósticos dos tempos apostólicos, como influência do platonismo, e das escolas teosóficas que desaguaram no gnosticismo, assim como influência da Cabala. Querem fazer os anjos superiores a Cristo e ao Espírito Santo .Ele que é o nosso guia, e não os anjos; "Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir." João 16.13"Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito." João 14.26"Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." Romanos 8.14"Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei." Gálatas 5.18querem elevar os anjos a divindades, mesmo que sejam divindades menores, os devas.E os querubins e os serafins? Falamos há pouco sobre a hierarquia, e não foram mencionados. Querubins e serafins não são, a rigor, anjos. Nunca são apresentados na Bíblia como portadores de mensagens. Querubins são símbolos dos atributos divinos. Onde há querubins, o divino está presente ou está perto, razão porque são guardiães do jardim,"E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida." Gênesis 3.24da arca da aliança,"18-Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.20-Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório." Êxodo 25.18,20do trono de Deus."Tu, que és pastor de Israel, dá ouvidos; tu, que guias a José como a um rebanho; tu, que te assentas entre os querubins, resplandece." Salmos 80.1Defendem a santidade de Deus de qualquer pecado (Ezequiel 1.1-18). E os serafins? A palavra serafim é interessante porque em hebraico o verbo saraph significa "arder, pegar fogo, queimar". O serafim é "aquele-que-queima"; o que queima purifica: é, então, "aquele-que-purifica". São guardiães, também, da santidade do Eterno lembrando o fogo e sua obra de purificação. E, realmente, só aparecem os serafins uma vez em Isaías 6, na visão do profeta, com seis asas. A propósito, anjo tem asas? Não; a figura das asas em anjos é para mostrar graficamente a presteza, a velocidade com que executam as ordens de Deus. No entanto, não vamos encontrar os mensageiros de Deus com asas em Sodoma, ou guiando Agar no deserto, ou o povo de Deus na peregrinação no deserto. A única menção é a dos serafins, e outra no Apocalipse a respeito de anjos alados."E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir." Apocalipse 4.8E o arcanjo? Na Bíblia só aparece o nome de um que é Miguel. E tem ele sempre papel combativo. Quem é Miguel? Qual a diferença de Miguel para Gabriel? Miguel é aquele que está relacionado a missões guerreiras; é quem comanda as batalhas do Senhor. Então, sempre que lerem ou ouvirem o nome Miguel, lembrem-se que é ele o anjo guerreiro por excelência."E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;" Apocalipse 12.7É o mensageiro da lei e do julgamento,"E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo." Apocalipse 12.7-12e seu próprio nome que é, aliás, uma pergunta retórica, é um grito de batalha e significa "QUEM É COMO DEUS?"e tem como resposta: "Ninguém!" Quem pode ser como Deus? Um hineto muito apreciado em nossas igrejas canta:"Quem é deus acima do Senhor? Quem é rocha como o nosso Deus?"A resposta só pode ser uma: "Ninguém!" É isso o que Miguel, que sempre aponta para Deus, nos está lembrando!E Gabriel? Agora é diferente. Se Miguel é o anjo guerreiro por excelência, Gabriel é o que está relacionado com missões de paz. É o contrário: Gabriel é o mensageiro das boas notícias, é o mensageiro das mensageiro, o mensageiro da promessa de Deus, é o anjo da revelação, é quem explica mistérios a respeito de futuros acontecimentos, até políticos. É mencionado quatro vezes na Bíblia, e sempre como mensageiro: Daniel 8.16; 9.21, e novamente no Evangelho de Lucas, capítulo 1 notificando a Isabel e a Maria, sobretudo, que ela vai ser a mãe do Salvador. Gabriel é um nome muito sugestivo e significa "Herói de Deus", "Valente de Deus", "Campeão de Deus".
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